A nova Internet
Amigos
Meu amigo e parceiro de projetos mirabolantes Rafael Barros me passou um link de como será a nova Internet, baseado no que o Senador Eduardo Azevedo pretende... será que esses políticos não tem mais o que fazer a não ser encher o saco de nós, pobres publicitários??
Muito interessante
http://d00dz.org/%7Egwm/internetbr.html
Abraços
A Vivo começa a se coçar...ou deveria!
Há algum tempo, estou lendo em alguns sites a notícia de que a TIM está sendo vendida. Para quem não sabe, a TIM pertence a Pirelli, uma das maiores marcas de pneus do mundo.
O Adnews de hoje revelou algo que eu pelo menos não tinha lido em outras mídias:
Claro pode pagar até R$ 15 bi pela TIM
A América Móvil, grupo controlador da Claro, apresentou à Telecom Italia uma proposta para comprar 100% das ações que a companhia italiana detém na TIM.
A informação foi divulgada pelo jornal Valor Econômico. A Telecom Italia possui 81,2% das ações ordinárias da TIM e 63,7% das ações preferenciais.
Pelo atual valor dos papéis na Bovespa, a participação da Telecom Italia vale em torno de R$ 13 bilhões.
Ainda de acordo com o jornal Valor Econômico, é praxe neste tipo de negociação pagar um "prêmio" de até 20% sobre o valor negociado, o que poderia elevar o custo da operação para R$ 15 bilhões. O valor é considerado compatível com as expectativas do mercado.
O grupo mexicano tem operações lucrativas no mundo e teria cerca de US$ 4 bilhões em caixa disponíveis para aquisições.
Sem conflitos societários ou problemas legais, o grupo desponta como o favorito para comprar a TIM Brasil.
Outros players deste mercado, no entanto, disputam o controle da TIM. Segundo a agência de notícia Reuters, a Telefonica também fez uma proposta pela TIM a seus controladores italianos.
Na minah opinião, a Vivo deveria ser a pioneira nessa aquisição. Ela já possui 33% do mercado e adquirindo a TIM, que possui 22%, ficaria com monopólio, somando algo em torno de 55% do mercado. As estimativas são de 100 milhões de celulares vendidos até o final desse ano...
Agora é esperar para ver quem fica com a TIM.
Abraços
O marketing colaborativo
Amigos
Assunto bem estudado por nós, pobres mortais que trabalham com Internet, essa é a nova onda da rede. Internet e relacionamento andam juntas a muito tempo. Relacionamento é pessoas falando com pessoas. Orkut e MSN são 2 produtos da Internet que não me deixam mentir. Blogs então nem se fala.
Fortalecer essa interação do usuário disponibilizar o conteúdo dos sites é algo muito interessante. Em breve, os mídias do Brasil terão um canal dessa forma. Não posso falar nada ainda, mas é um projeto que já nasce diferenciado. Em breve vocês saberão.
Saiu no AdNews dessa semana uma matéria que trata desse assunto.
Site permite que qualquer um seja repórter
BrasilWiki é um novo endereço na Internet (www.brasilwiki.com.br), em que qualquer pessoa pode ser repórter e contar suas histórias, dar suas opiniões, criticar, denunciar e publicar suas fotos , vídeos e áudios, na linha da notícia de todos para todos.
A essência do modelo está em seu próprio nome: wiki é a abreviatura, em inglês, de "what I know is..." - "o que eu sei é....".
É o que repórteres fazem, desde a Acta Diurna de Júlio César, no ano 59 antes de Cristo: contam o que sabem. A rigor, mudou só a forma de levar a informação até o leitor, o que os especialistas em comunicação chamam de plataforma:
a Acta Diurna de Julio César chegava em enormes placas de pedra branca, fixadas em lugares de grande movimento de pessoas.
Os jornais do nosso tempo há séculos usam o papel.
Os jornalistas Eduardo Mattos e José Aparecido Miguel, que criaram lembram que, em pedra ou papel, a informação, ao longo destes mais de 2.000 anos, continua sendo apresentada ao leitor de maneira unidirecional.
Pela natureza de sua arquitetura, BrasilWiki, com o slogan "Você é o repórter", permite uma interatividade jamais experimentada no jornalismo brasileiro.
Ao ter seu texto publicado, o autor será imediatamente exposto aos comentários - bons ou não - de leitores que, em um momento
seguinte, poderão ser autores de outros textos, que também serão comentados por todos. O mesmo ocorre com uma imagem, vídeo ou áudio publicado.
O cadastramento no portal, implantado em meados de outubro e agora divulgado, é rápido e simples.
BrasilWiki, tematicamente dividido (Cotidiano, Opinião, Mídia, Política, etc.), foi criado pelos dois jornalistas, com apoio do webdesigner
Filipe Rafaeli, da Ciclo Design, e do programador de sistemas Marcelo de Toledo, da TMax Tecnologia.
É aberto a todos, mas nasce com um alerta à responsabilidade dos internautas: "www.brasilwiki.com.br é um veículo de ampla democratização
da informação e da livre opinião. Por favor, use o serviço com responsabilidade e não hesite em reportar imediatamente quaisquer abusos divulgados. Conteúdo ilegal não será tolerado e será devidamente removido".
Vale a pena conferir.
Abraços
Cada uma que temos que aguentar...
Projeto quer controlar acesso à internet
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado votará, na próxima quarta-feira, um projeto de lei que obriga a identificação dos usuários da internet antes de iniciarem qualquer operação que envolva interatividade, como envio de e-mails, conversas em salas de bate-papo, criação de blogs, captura de dados (como baixar músicas, filmes, imagens), entre outros.
O acesso sem identificação prévia seria punido com reclusão de dois a quatro anos. Os provedores ficariam responsáveis pela veracidade dos dados cadastrais dos usuários e seriam sujeitos à mesma pena (reclusão de dois a quatro anos) se permitissem o acesso de usuários não-cadastrados. O texto é defendido pelos bancos e criticado por ONGs (Organizações Não-Governamentais), por provedores de acesso à internet e por advogados.
Os usuários teriam de fornecer nome, endereço, número de telefone, da carteira de identidade e do CPF às companhias provedoras de acesso à internet, às quais caberia a tarefa de confirmar a veracidade das informações.
O acesso só seria liberado após o provedor confirmar a identidade do usuário. Para isso, precisaria de cópias dos documentos dos internautas.
Críticas
Os provedores de acesso à internet argumentam que o projeto vai burocratizar o uso da rede e que já é possível identificar os autores de cibercrimes, a partir do registro do IP (protocolo internet) utilizado pelos usuários quando fazem uma conexão. O número IP é uma espécie de digital deixada pelos internautas. A partir dele, chega-se ao computador e, por conseguinte, pode-se chegar a um criminoso.
Maiores alvos do cibercrime, os bancos e os administradores de cartões de crédito querem a identificação prévia dos internautas. O diretor de Cartões e Negócios Eletrônicos da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Jair Scalco, diz que não adianta criar leis para punir as fraudes na internet se não houver a identificação obrigatória de todos os internautas. Ele defende que os registros de todas as conexões sejam preservados por pelo menos três anos.
O projeto recebeu muitas críticas. "É uma tentativa extrema de resolver a criminalidade cibernética, que não surtirá efeito. O criminoso vai se conectar por meio de provedores no exterior, que não se submetem à legislação brasileira, ou usará laranjas [terceiros] e identidade falsa no Brasil", afirma o presidente da ONG Safernet (Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos), Thiago Tavares. A entidade é dirigida por professores da Universidade Federal da Bahia e da PUC daquele Estado.
Para Tavares, o projeto, se aprovado, irá burocratizar e restringir o acesso das pessoas à internet. "Não se pode acabar com a rede, em nome da segurança, porque ela nasceu com a perspectiva de ser livre e trouxe conquistas muito grandes, como a liberdade de informação e de conexão", afirma.
Para ele, os provedores tenderão a dificultar o acesso das pessoas à rede mundial de computadores, com medo de serem responsabilizados criminalmente por atos dos usuários.
Lobby
O relator do projeto é o senador Eduardo Azeredo (PSDB), ex-governador de Minas Gerais. Os especialistas do setor dizem que o mentor das mudanças é o assessor de Azeredo José Henrique Portugal, ex-dirigente do Serpro, estatal federal de processamento de dados.
O presidente da ONG Safernet diz que, por trás da identificação e da certificação prévias dos usuários da internet, está o lobby das empresas de certificação digital, espécie de cartórios virtuais, que atestam a veracidade de informações veiculadas pela internet.
De acordo com ele, o projeto está na contramão da democratização do acesso à internet, ou inclusão digital, pretendida pelo governo.
Abraços
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